
Essa nova safra de comédias de Apatow me chama atenção. Sua produtora conseguiu realizar algumas das mais divertidas comédias de besterol dos últimos anos (
O Âncora, Superbad, Ressaca de Amor) mas também consegue reunir um elenco sempre afiado. Enquanto alguns não dão muito certo na comédia, outros fazem por merecer e recebem o papel de protagonista. Este é Paul Rudd, sempre presente nas comédias de Apatow como coadjuvante, tem a chance de encarar a comédia finalmente como o protagonista e ganha um reforço de peso. E é admirável que este filme consegue se aproximar facilmente de uma comédia produzida por Apatow, mas aqui tudo é um pouco mais superior - como a dosada das referências à cultura pop. Em vez do elenco de apoio de sempre, aqui tem os ótimos Rashida Jones (das séries de TV
The Office e
Parks and Recreation), Jon Favreau (diretor de
Homem de Ferro e ator de
Swingers, Um Duende em Nova York...), J.K. Simmons (
Queime Depois de Ler), Andy Samberg (de
Hot Road e
Saturday Night Live), Jaime Pressly (da série de TV
My Name is Earl) e, claro, Jason Segel. Segel, enriquecido pela performance em
Ressaca de Amor, aqui administra com inteligência um papel que poderia cair facilmente na mediocridade. Mas não. Segel cria, com uma naturalidade espôntanea, um personagem carismático e divertido, e ao lado de Paul Rudd, cria as melhores cenas do filme.
Eu Te Amo, Cara não é uma comédia perfeita, mas é divertida o suficiente para levantar o nosso humor. E não é esse o objetivo de uma comédia, afinal?
5 comentários:
Não assisti a nenhum dos três filmes. Porém, quero assistir aos dois últimos, especialmente "O Equilibrista".
Só assisti O EQUILIBRISTA. Gostei e tal, achei bonito, envolvente, mas ... não me "pegou" como achei que faria. Acabei achando-o um pouco subestimado.
Não vi nenhum, Diego, mas nem há de valer a pena perder tempo com esse DRAGON BALL, em especial para quem não é fã.
Já O EQUILIBRISTA, pelo que está escrito, é proveitoso. Nunca tinha ouvido falar no Petit.
Dragon ball é um lixo!
O Equilibrista é ótimo!
O outro ainda ñ vi!
Abs! Diego!
Bonito mesmo Wallace e surpreendente porque a história dele ganha contornos interessantes pela montagem não linear, as discussões sobre a noção de arte e a intrasnponibilidade dos limites humanos. E Petit é uma figura incrível. Bom mesmo!!!
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