O filme tem dois grandes trunfos: o primeiro é Patrick Swayze, e o segundo é a canção-tema. Se não fossem esses dois, o filme provavelmente teria se perdido e se transformado em apenas mais um filmezinho água-com-açúcar e para atrair casais apaixonados ao cinema. O fato da escalação de Swayze como o protagonista é que ele é Johnny Castle. Ele nunca se entregou tanto a um personagem quanto a esse filme – e em nenhum outro filme sua atuação foi tão digna de elogios, sim estou contando com Ghost que ele também está ótimo. A cena final fecha o filme de maneira fabulosa, com uma coreografia que nenhum outro filme conseguiu superar, e faz até esquecer que toda aquela tramazinha que serve como fio pra trama, dos dois viverem um amor proibido. E no resultado final, não importa, o que importa é que Dirty Dancing é um ótimo filme. O que eu fico me perguntando quando ele termina é por que Patrick Swayze não investiu mais a sua carreira em filmes realmente bons.
Dirty Dancing, EUA, 1987, dir.: Emile Ardolino. Com: Patrick Swayze e Jennifer Gray.
Reine Sobre Mim
a dupla se mostrou bastante entrosada e construiu um filme emocionante. Apesar de Cheadle estar bastante contido, Sandler não poupou lágrimas e construiu um perfil ótimo do personagem, que já tem uma história trágica. Liv Tyler pouco pode fazer, já que acaba sendo prejudicada pelo roteiro. E é no roteiro que a produção acaba pecando. Além da longa duração, algo que realmente não precisava, o longa mostra dois personagens que aos poucos, com a convivência, vão se ajudando. O roteiro desenvolve muito pouco a história de Cheadle, fazendo parecer que ela não evolui, fora que ás vezes parece dar prioridade mais para um do que para o outro. Porém, as cenas finais não deixam de ser emocionantes, e para quem não consegue se conter nas lágrimas, é um prato cheio.
Reign Over Me, EUA, 2007, dir.: Mike Binder. Com: Don Cheadle, Adam Sandler, Jada Pinkett Smith, Liv Tyler, Saffron Burrows e Donald Sutherland.
Um Homem de Família
Um Homem de Família é um daqueles filmes que é ótimo sendo simples. A história, inspirada um pouco em A Felici

Claramente é um filme-família, com aquele final prevísivel e tudo o mais. Mas ele é tão honesto com si próprio, com um Nicolas Cage bem na fita e uma Tea Leoni ótima, como sempre, rola uma química tão boa entre o casal e o roteiro é tão simplista e amarradinho que acaba nos levando pruma pequena fábula, que culmina em uma só frase: "Eu escolho nós dois". Tão sincera quanto o próprio filme.
Family Man, EUA, 2000, dir.: Brett Ratner. Com: Nicolas Cage, Tea Leoni e Don Cheadle.
9 comentários:
Assisti aos 3, mas gostei, de fato, de Reine sobre Mim.
Algo punk, radical: uma história de amor, na verdade. A amizade acima de tudo.
Patrick Swayze dançando é dureza. Bom é dando uns cachações como guarda-costas num filme cujo título esqueci.
Metendo o bedelho: parabéns aos dois. Gabriela e Diego, vcs têm sorte.
Abraços.
Nunca assisti o primeiro filme, mas os outros dois são legal, sem muita pretenção. Você esqueceu de falar sobre a fuga do Adam Sandler pro video-game em Reine sobre mim, que inclusive foi um dos motivos que me fez procurar assistir o filme, já que eu sou viciado em Shadow of the colossus.. muito bom! :)
Muito bom DIRTY DACING xD .. já antigo .. mas bem legal ..
Quanto aos outros dois, eu ainda não vi, mas valeu pelas sugestões.
Blog excelente ..
Visite o meu também:
Www.muitosobrealgo.blogspot.com
Vlww
Confesso que me ative a análise do ritmo quente: e concordo que é o filme que alavanca a boa performance do protagonista...
e nos leva de volta a um tempo em que a sensualidade não era banal.
Vi um desses la no adoro cinema XD
muito legal ^^
bem, nunca fui fã de Patrick Swayze,mas admito que a cena final é boa, muito boa.
ps. um homem de familia esta na minha lista dos filmes fofos
Muito bom esse teu blog. Nunca assisti nenhum desses filmes acima( e olha q já assisti muita coisa)
Mas vou seguir a dica!!
Um Abraço
http://vcprecisaver.blogspot.com
Só uma coisa, quer fazer parceria com o meu??
olha e vê se gosta,blz!!
Abraço
Adoro!! N�o assisti a Reine sobre Mim, mas o outros dois, assisti, sim e gostei muito. Realmente s�o hist�rias previs�veis, mas s�o lindos! Dirty Dancing fez parte de minha adolesc�ncia e concordo quando diz que Patrick Swaze fez a diferen�a. A m�sica tornou0se um hino... Para mim, inesquec�vel.
Postar um comentário