custo.
Completando o quadro dos personagens, surge uma garotinha que acha que Fin é uma criança à primeira vista e uma jovem bibliotecária interpretada por Michelle Williams, que está grávida de um valentão da cidadezinha. Todas essas figuras acabam cruzando com Finbar, e cada um vai acabar se ajudando da maneira com que cada um consegue. Ao desenrolar da produção - bem enxuta -, vai surgindo entre os três, além de uma química impagável, um forte laço de amizade, que nem as diferenças pode romper.
The Station Agent, EUA, 2003, dir.: Thomas McCarthy. Com: Peter Dinklage, Patricia Clarkson, Bobby Cannavale e Michelle Williams.
Wood & Stock - Sexo, Orégano e Rock'n Roll
Eu já havia lido uma ou duas tirinhas de Wood & Stock e havia achado legal. No entanto, não sou fã de Angeli, também não conheço o histórico de seu trabalho, nem por isso também julgo suas tirinhas - afinal, conheço pouco para julgar. Porém, a versão cinematográfica é ruim, muito ruim.
Para começo de conversa, este blá blá todo de cinema alternativo e tudo o mais não justifica o filme. Por exemplo, o roteiro é muito, mas muito mal escrito. Claro que temos que entender que a geração explícita no filme é aquela geração dos anos em que fumar, beber, rock'n roll eram os símbolos da rebeldia, uma geração de Woodstock e entendo o que o filme esteja tentando mostrar. Mas a maneira como foi desenrolada a idéia é muito ruim. Para começar, a apresentação dos personagens é horrivel. Afinal, tem muita gente que não conhece os personagens criados pelo Angeli, e muita gente acabou assistindo o filme sem saber nada - eu, por exemplo. A única personagem que acaba sendo desenvolvida no filme é a Bordosa (que tem a péssima voz de dublagem de Rita Lee), e a produção demora um filme inteiro para apenas se esforçar para tirar um riso ou outro da roqueira. E a história dela e tudo o mais acaba sendo deslocada dos demais personagens - os que dão título ao filme, principalmente. Paralelamente, há ainda a história do garoto que rejeita ser filhos de hippies - com uma resolução boba; tem a banda de Wood e Stock, com uma históriaque, além de ser totalmente clichês desses temas de hippies e rebeldia e tudo o mais, é cansativa e sem graça; e tem também a história da mãe que, sinceramente, quem se importa com ela? Fora que a sua volta é ridícula.
Para quem gosta dos anos 60, enfim, dessa rebeldia, dessa loucura toda, o filme é um prato cheio. Para quem admira o ano, como eu, gosta do tema, porém também gosta de um bom filme, não indico. Alto risco de se decepcionar.
Brasil, 2006, dir.: Otto Guerra. Com as vozes de: Zé Victor Castiel, Sepé Tiajaru, Rita Lee e Tom Zé.
P.S: Gostaram do visual do blog?
7 comentários:
Bacana o blog...
Eu gostei do primeiro filme, parece ser bem legal. O segundo.. nem vou comentar...
Passa la http://rosarenan.blogspot.com/
Bjus,
Rosa Araújo
adorei o visual do seu blog *-*
o que a Gabriela é sua ?
minha amiga tá na mesma :\
depois que ela fez uns exames nós não soubemos de mais nada :~
Detrsto crítica, e de cinema então pior aina... agora virou moda todo mundo é crítico disso ou daquilo, que horror... falar falar e não produzir, um saco essa tacanhez tupiniquim
Cara ótima idéia seu blog! Vou voltar mais vezes para pegar indicações de filmes, abraço e sucesso!
Leonardo
Eu gosto das tirinhas do wood & Stock.
Mas um filme? Será que rola?
Estranho pensar neles assim, ainda mais agora depois da sua descrição.
Gostei da forma como escreve.
Mais um blog de cinema que irei voltar com certeza.
Blog Esponja ®
www.blogesponja.net
Um ENORME risco de se decepcionar!!
eu de pouco q eu vi e soh o final,eu naum gostei muito!!
ateh dei risadas mas naum boas risadas pra dizer q o filme eh bom!
valeu
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